
A redução no fornecimento de ácido fluossilícico, insumo utilizado na fluoretação das águas, tem gerado preocupação em diferentes regiões do país. O cenário está relacionado à crise internacional de matérias-primas e aos impactos dos conflitos no Oriente Médio.
Diante dessa situação, o CFO se posiciona contra qualquer suspensão da fluoretação e defende a adoção de medidas que garantam a continuidade dessa política pública de saúde bucal, prevista em lei e respaldada pela ciência.
O Conselho irá oficiar o Ministério da Saúde para contribuir na busca de alternativas que assegurem o abastecimento do insumo e a manutenção da fluoretação em todo o país.
O CFO também manifesta apoio à Rede Vigifluor, formada por pesquisadores, docentes e profissionais dedicados ao monitoramento e à produção de conhecimento sobre a fluoretação das águas.
A prioridade é garantir o acesso da população a uma medida comprovadamente importante para a prevenção da cárie e para a saúde bucal.

